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A Mãe do Cativo

Castro Alves (?–1871)

Poesia2 min de leitura2 páginas

O começo

Le Christ à Nazareth, aux jours de son enfance / Jouait avec la croix, symbole de sa mort; / Mère du Polonais! qu'il apprene davance / A combattre et braver les outrages du Sort.

Qu'il couve dans son sein sa colère et sa joie; / Qu’il ses discours prudents distillent le venin, / Comme un abîme obscur que son coeur se reploie: / À terre, à deux genoux, qu'il rampe come un nain.

MICKIEWICZ (A Mãe Polaca)

Ó mãe do cativo! que alegre balanças / A rede que ataste nos galhos da selva! / Melhor tu farias se à pobre criança / Cavasses a cova por baixo da relva.

Ó mãe do cativo! que fias à noite / As roupas do filho na choça da palha! / Melhor tu farias se ao pobre pequeno / Tecesses o pano da branca mortalha.

Misérrima! E ensinas ao triste menino / Que existem virtudes e crimes no mundo / E ensinas ao filho que seja brioso, / Que evite dos vícios o abismo profundo …

E louca, sacodes nesta alma, inda em trevas, / O raio da espr'ança… Cruel ironia! / E ao pássaro mandas voar no infinito, / Enquanto que o prende cadeia sombria! …

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