Jorge Sand, ''Aldo o Rimador''
Álvares de Azevedo (?–1852)
O começo
Jorge Sand — a loura — com seu viver desvairoso, aquele poetar negro a ir ter na descrença, na desilusão das abusões mais doces, ao zombar de tudo quanto aí há mais santo, até do casamento, de tudo quanto há aí mais consagrado pelo longo correr da humanidade, as fórmulas da propriedade, naquela sua thcoria ardente balanceada entre o socialismo e o comunismo, entre Platão e Fourier, assombrada daquele S. Simonismo que delirára tanto à França inteira as cabeças mais ricas de poesia, desde Lerminier o neophito e o renegado até Pierre Leroux o anti-eclectico, Felix Pyat o dramaturgo, Eug. Sue o romancista dos Mysterios do povo … A fé que aquela mulher que n um dia splenetico pisou as sedas com…
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