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Antero de Quental (1842–1891)
O começo — I Bibliothecas ruraes
Um dos grandes sintomas de regeneração e progresso moral do século, em que vivemos, é, sem duvida, o desvelado carinho com que, quase por toda a parte, cuidam grandes e pequenos, com interesse ou desinteresseiramente no melhoramento e instrução do povo—esse grande, inculto, e interessante enjeitado—como dele diz um grande poeta. É que a grande voz da democracia quando fala, inspirada pela boca dos Kossuths e dos Mazzinis, falas de amor e de esperança, não sei de coração generoso aonde não tope um eco.
Antero de Quental (autor) morreu em 1891; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1962.