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Capa de Pranto de Maria Parda Porque Viu as Ruas de Lisboa com Tão Poucos Ramos nas Tavernas, e o Vinho Tão Caro e Ela Não Podia Passar sem Ele

Pranto de Maria Parda Porque Viu as Ruas de Lisboa com Tão Poucos Ramos nas Tavernas, e o Vinho Tão Caro e Ela Não Podia Passar sem Ele

Gil Vicente (1470–1536)

PoesiaHumorTeatro9 min de leitura8 páginas

O começo

Porque viu as ruas de Lisboa com tão poucos ramos nas tavernas, e o vinho tão caro e ela não podia passar sem ele

EDIÇÃO POPULAR

DECIMA SEGUNDA EDIÇÃO / (oitava em separado das obras varias)

Preço 20 rs.

AS TRÊS BIBLIOTHECAS / Empreza de Urbano de Castro e Alvaro Pinheiro Chagas / Rua da Barroca, 72—Lisboa / 1902

Offic. a vapor da Pap. Estevão Nunes & F.os—Aurea, 58—Lisboa

Por que viu as ruas de Lisboa com tão poucos ramos nas tavernas e o vinho tão caro, e ela não podia viver sem ele

DECIMA SEGUNDA EDIÇÃO

OITAVA EM SEPARADO DAS OBRAS VARIAS

ADOLESCENTES DE UM E OUTRO SEXO!

Sob um titulo que vos poderá atrair este livro contem mistérios de iniquidade.

Se o abrisseis depois deste pregão, só de vós mesmos, vos podéreis queixar. Não é para vós que foi escrito. Quem o apresentasse, ou o permitisse, só esse seria o seu Invenenador

Estas palavras escreveu-as Antonio Feliciano de Castilho na primeira pagina da tradução dos Amores de Ovidio

Gil Vicente (autor) morreu em 1536; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1607.

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