A Alma Nova
Guilherme de Azevedo (?–1882)
O começo
869.8 A993&áJL ' ;• \ • v ANTHERO DE QUENTAL i • ; A ANTHERO DE QUENTAL <&ãeu anu fO.
fçâíe avio haiece=me um houco do noâáo ivmho. woiiindo ou combatendo, jala da humanidade e da JtuÁça, inââiiando=se no mundo que nos iodei a.
$ hoique hdao que ele àeaue na diiec= ção nova dob eójiiuíoá, olleieço=o a um oáteilo honewo do henbamervlo : a uma al= ma lúcida, modeina e aenetoâa.
Dezembro de 1873.
vj ml tactuve u <Ã>zevèòo.
Eu poucas vezes canto os casos melancólicos, Os lethargos gentis, os extasis bucólicos E as desditas cruéis do próprio coração ; Mas não celebro o vicio e odeio o desalinho Da muza sem pudor que mostra no caminho Á liga à multidão.
A sagrada poesia, a peregrina eterna, Ouvi dizer que sofro uma affecçao moderna, Uns fastios sem nome, uns tédios ideais; Que ensaia, presumida, o gesto romanesco E, vaidosa de si, no colo ebúrneo e fresco, Põe cremes triviais!
Oh, pensam mal de ti, da tua castidade! Dcslumbra-os o fulgor dos astros da cidade, Os falsos ouropéis das cortezas gentis, E julgam já tocante as roçagantes vestes O deusa virginal das cóleras celestes, Das graças juvenis !
A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.