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Um Homem de Brios

Camilo Castelo Branco (1825–1890)

Romance3 h 50 de leitura201 páginas

O começo

^V^^ ■zU\ 336670 b W te V • • • b te •• • • •• • • • • • • • POHTO: 1869— TYP. DO JOINAL DO PORTO rua Feireíra Borges, 31 » • » » • ' * • ANTES DE PRINCÍWAR ••• 3* Ainda que o meu romance a Onde estA a feliq DADE?» não tenha valido a indulgente recomendação dos criticoS) a fortuna que, às vezes, se apraz favorecer desvalidos, quis que o desamparado livro tenha sido procurado.

Tendo eu visto que cinco análises aduladoras produ* zem, no máximo, dez compradpres, devo dar muitas graças a Deus se vieram, sem uma análise, vinte exemplares da meu romance. Este raciocínio è concludente.

Taivez se tivessem vendido vinte e um» se as atenções não estivessem todas absortas nas poesias do s'hor Faustino Xavier de Novaes» que vieram ultiipanenle provar a verso de Saint^Beuve:

L*afi êst cher à qui Vaitme, et plU$ qu'on nose díre.

Eug^H PdUatan, explicancid ats oeoori'q^ías desas- • •

— 6 -n- :

• • tradas que impediram fazerein'se'cbnhecidas as Memorias DE D. João, livro excelU'tVtdb Mallefílle, atribui este naufrágio às tempest'cG^Mas últimas revoluções francesas. No ardor das;-j'e{nigãs sociais, quando a liberdade, ébria de sangv'e, cbiíSíem à inspiração vertiginosa do sea novo pacto .SQCia*t, quem leria as Memorias de D. João?

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