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Capa de Agulha em Palheiro

Agulha em Palheiro

Camilo Castelo Branco (1825–1890)

Romance7 h 20 de leitura383 páginas

O começo

Vni — Anathema.

IX — A mulher fatal.

X — - Oavar em minas.

XI ) ^.- I Oorrespondencia epistolar.

Xm — Divindade de Jesus. XIV — A doida do Oandal. XV — Duas horas de leitura XVI — Fanny.

xvn

ZVIII ) Novellas do Minho.

Horas de paz. XXII — Agulha em palheiro.

CAMILLO CâSTELLO BRANCO

ICEfli El FllIEIRO

QUINTA EDIÇÃO

LISBOA

Parceria ANTÓNIO MARIA PEREIRA

LIVRARIA EDITORA

Rua Augusta, 5o, 52 e 54 1904

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LISBOA OpnciNAS Typographica e de EncadernaçXo

Movidas a vapor

Rua dos Correeiros 70 e 72^ 1,*

DEDICATÓRIA

Ao poeta das crianças, das flores, de Amor, da Melancolia e dos desgraçados

AO ILL.""» E EX."" SR.

ANTÓNIO FELICIANO DE CASTILHO

Honra da Pátria, honra dos que o prezam, e amam a Pátria

OFERECE

o AMIGO, o RESPEITADOR, O DISCÍPULO MAIS DEVEDOR

QamiUo Ga'hUo ^zancQ

DUAS PALAVRAS

A primeira edição deste romance saiu de uma tipografia do Rio de Janeiro. Parece que houve propósito em desdourar os prelos brasileiros ! Poderá parecer também que se intentou desdourar o autor; mas semelhante suspeita não vingaria, atendendo a que não é coisa verosímil alguém escrever assim. O que mais depressa poderia crer-se seria que o escritor mais fleumatico morresse de fulminante desgosto, vendo a sua obra tão damniíicada, e suja de todas as nódoas, para lavagem das quais se criaram as quatro partes constitutivas da gramática.

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