O Rio de Janeiro em 1877
O começo — Prólogo
batei palmas, batei palmas.
De que nos dei Uma vaia
livre-nos Deus e o canhoto,
mas pra que a peça não caia,
basta cair-vos no goto.
Hão de convir que é muito original esta ideia de encaixar o couplet final no princípio: mas, como tenho os meus pressentimentos de que o ano de 1877, que principia amanhã, há de andar tudo às avessas, assim faço. De mais, é mau costUme pedir palmas no fim da peça; a gente as deve pedir no princípio, antes que o público saiba o que vai ver. O sujeito que vai empenhar-se com o examinador para que lhe aprove o filho plenamente na Instrução Pública, fá-lo sempre antes do exame. Que diabo. O pequeno pode sair-se mal e então o pedido não tinha pés nem cabeça. (Escarra, tosse, assoa-se.) O teatro representa Uma gruta agreste em Um país inteiramente desconhecido. Nesta gruta é que se costUmam…
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