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A Primavera

António Feliciano de Castilho

PoesiaCrítica literária5 h de leitura271 páginas

O começo — Abertura

Constando-me ter havido quem reimprimisse em França, sem licença minha, dois volumes de minhas Obras, e sendo isto sobre iniquidade, manifesto roubo, declaro que perseguirei em juízo com ação de furto, em quanto a nossa Lei sobre imprensa não estabelecer outra própria para tais casos, a quem quer que, sem minha expressa licença, reimprimir esta ou outra qualquer Obra minha, ou impressas fora as introduzir e vender neste reino.

A. F. de Castilho.

[3]

POR

Antonio Feliciano de Castilho ,

Bacharel Formado em Direito, Socio da Academia das Sciencias de Lisboa, da Sociedade Juridica e da dos Amigos das Letras da mesma Cidade, da Sociedade Literaria Portuense, do Instituto Historico de Paris, da Academia Real das Sciencias e Bellas Letras de Roão.

Mais correta, emendada, e copiosissimamente acrescentada.

Lisboa.

Na Typografia de A.I.S de Bulhões.

Rua do Soccorro de Cima N.º 39. 1.º andar.

1837.

[4]

Stet quicumque volet potens Aulœ culmine lubrico: Me dulcis saturet quies; Obscuro positus loco Leni perfruar otio; Nullis nota Quiritibus Ætas per tacitum flua Sic cum transierint mei Nullo cum strepitu dies, Plebeius moriar senex. Illi mors gravis incubat, Qui notus nimis omnibus, Ignotus moritur sibi. Sen. Thyest. Act. 11.

Antonio Feliciano de Castilho (autor) morreu em 1875; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1946.

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