
Subsídios para a História de Cabo Verde e Guiné
Christiano José de Senna Barcellos
O começo
|O syndicante Correia de Matios, por carta de 30 de agosto de 175, também foi encarregado de tomar conhecimento da representação do capitão é sargento-mór do Fogo, feita em 23 de julho de 4746, acerca das insolências que os rendeiros dos foros e terras da ilha Brava usavam com aqueles moradores, e o baixo preço, demasiado, por que a ilha andava arrematada na provedoria. El-rei já ordenara ao provedor da fazenda o informasse sobre a natureza daquelas terras e os foros que pagavam, porém o provedor não oinformou minaciosamente, atribuindo ao governador Zuzarte a colpa por não dar providências contra as insolências dos rendeiros.
Ao capitão e sargento-mór do Fogo conceden-se agosto de 1754, o direito de nomear os empregos ci or resolução.
Em 4747 aconselhava 0 capitio-mór de Cacheu que para a conversão do Tel de Bissan bastava que lhe mandassem de presente nos vestidos.
D. João V pouco Se importou, porém, com o pedido, pois mostrava sempre a maior indiferença pela occpação de Bissau. Elei D. José, em soa re- Soloção de 10 de novembro de 1754, satísfez o pedido do capitão-mr de Cachen e mandou os vestidos para aquele regulo, fazendo-lhe selente que enquanto à construção da fortaleza de Bissau mais tarde se resolveria.
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