Livros › Francisco Palha › Poesias

Capa de Poesias

Poesias

Francisco Palha (1826–1890)

Poesia1 h de leitura54 páginas

O começo

Povos — Dezeihbro de 1851.

f -■■■ S MAY 18 *R% FLORES DO TUMULO.

Et 1'âme se food en priére Et 8'entretient atec los eieax, Et les larmes de la paupiére Sechent d'eiles mémes a dos yeux 1 LAMARTIMB.

Oh! Vem, meu pobre aflito, vem, amigo, Entre as sombras gemer da solidão! Àlli encontrarás um doce abrigo, Alli encontrarás consolação!' N'hora em que o coração é mais enfermo, Quando expira da tarde a frouxa luz, , E profunda mudez habita o ermo, Buscarás pelo vai si n gel la cruz!

Por sua alma orarás no chão prostrado Sem que te insulte o impió, que não crê; Dimportunos profanos separaao Só Deos te escuta ali, — só Deos te vê!

—6 — Oh! Vem, meu pobre aflito, vem, amigo, Entre as sombras gemer da solidão! Hão de as rolas queixar-se ali contigo, Seu nome os ecchos tristes te dirão !

Em cada rosa branca, qno emmurchece, O retrato verás *dunia outra flor; E, só porque com ela se parece, Um beijo lhe darás de casto amor !

A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.

Mais de Francisco Palha