O Infante Navegador: Poemeto
Alfredo Campos (1847–1906)
O começo — Abertura
PORTO / Livraria Internacional de Ernesto Chardron / Casa editora / M. LUGAN, Successor / 1894 / Todos os direitos reservados
PORTO—TYP. DE A. J. DA SILVA TEIXEIRA
Cancella Velha, 70
ALFREDO CAMPOS
O INFANTE NAVEGADOR
POEMETO
COM UM PREFACIO
DE
JOÃO PENHA
PORTO / Livraria Internacional de Ernesto Chardron / Casa editora / M. LUGAN, Successor / 1894 / Todos os direitos reservados
A O ILL.MO E EXC.MO SNR.
Conselheiro Luis Augusto Pimentel Pinto
RESPEITOSAMENTE OFERECE
O AUCTOR.
Ill.mo e Exc.mo Snr.
Tomo a liberdade de oferecer a V. Exc.ª este modestissimo trabalho, não porque o tenha como valioso, mas, sim, para significar a V. Exc.ª, por esta maneira, a consideração, estima e gratidão, que tributo a V. Exc.ª, aquelas por simpatia, esta pelas provas de deferência, benevolência e bondade que de V. Exc.ª hei recebido, civil e militarmente.
Sei que V. Exc.ª me concederá a mercê, de o aceitar, e penhorado agradeço a graça.
Alfredo Campos (autor) morreu em 1906; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1977.