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Inscrições Portuguesas

Luciano Cordeiro (1844–1900)

História28 min de leitura25 páginas

O começo — I

Thomar, convento de Christo, na Sacristia Velha: pequena lapide, caracteres góticos minúsculos.

[12] Leitura:

--Esta capela mandou fazer Vasco Gonçalves d(e) Almeida, cavaleiro, e sua mulher Mecia Lourenço, amos do Infante Dom Henrique, e foi feita (na) era do Salvador de 1426.--

Damião de Goes (Liv. das Linh. MS.) abre o-- Titulo dos Almeidas --com o seguinte:

--«Fernão de Alvares de Almeida foi um honrado cavaleiro em tempo delRei Dom João o 1.º. Foi Vedor de sua Casa, sendo ele Mestre de Aviz, e, depois, em sendo Rei, foi Craveiro da dita Ordem e Ayo dos filhos do dito Rei .

«Houve filhos bastardos: Diogo Fernandes de Almeida, Alvaro Fernandes de Almeida e Nuno Fernandes, de quem não há geração. E houve filhas».

Nesta bastardia, é que continuou e prosperou fidalgamente o nome, logo pelo primeiro rebento,--o Diogo,--que foi vedor da fazenda de D. João I e. de D. Duarte, e que, segundo Goes--«casou com sete mulheres»--das quais o ilustre cronista se limita a citar duas, apenas, se é que não houve erro de copia na primeira conta:

Luciano Cordeiro (autor) morreu em 1900; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1971.

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