As Farpas: Crônica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1878-01)
autoria não identificada
O começo
Ironia, verdadeira liberdade! És tu que me livras da ambição do poder, da escravidão dos partidos, da veneração da rotina, do pedantismo das ciências, da admiração das grandes personagens, das mystificações da politica, do fanatismo dos reformadores, da superstição deste grande universo, e da adoração de mim mesmo.
P.J. PROUDHON
SUMMARIO
A romagem dos mortos. Raspail, Courbet, Victor Manuel, José de Alencar, Augusto Soromenho.— A senhora portuense e as Farpas . O libelo daquela dama. A nossa resposta. Não, a mulher portuguesa não sabe fazer caldo e deve aprender a fazê-lo, como se torna a demonstrar. A literatura feminina e a cozinha de minha avó. —Da influencia dos hinos sobre os cérebros coroados. Cumplicidades do telephonio. — Os cemitérios. A intervenção do sr. marquês de Avila e a do sr. Luiz Jardim. A cabeleira e a formula de s. ex.ª Mostra-se que s. ex.ª não é o velho Tobias. O catolicismo e a carta. A liberdade de pensamento e o registro civil.—A ex'ma Camara Municipal do Porto ou a quem suas vezes fizer.— A…
Ramalho Ortigão (organizador) morreu em 1915; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1986.