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Versos do V. de Almeida Garrett

v. de aleida-garrett

Poesia2 h 30 de leitura128 páginas

O começo

DE JêiO MÍNIMO 11 ete. — os teatros são os meio» de publicidade para os verdadeiros e legítimos filhos do lusitano Apollo que desprezam a ridícula glória de atores impressos.

Em nenhum ú' estes sítios tinha eu visto ou ouvido faltar do Sr. João Minimo. Tampouco não era ele poeta impresso; pois, graças a Deus, tenho corrido todos os folhetos e fethetaçfia de poesias — em todo o sentido fògitwas— tf» t» vinte anos se têm impresso; e bem assim os volumes poéticos de papel pardo tnie regutarmeate constam, coroo & sabido, de algumas grozas de sonetos de asnos, abbadessados, ete..; logo,- segundo a Broorgia comimws, as odes pindaricas e os dWhyrambos ; acabando tudo com a mif*eknes dasglesasy eeteheas-, anaereentieosr e arrama écloga— se as hei.

Portanto era-me períertameate estranho e nome deste novo poeta. R agora contarei cemo viemesa fazer conhecimento e amizaéftv e como, por uma extraordinária cktxaMtm cia, vim a ficar universal herdeiro de todas as suas obras; das quais na presente coleção dou ao público pequena amostra. .

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