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Poesias

Luís Augusto Palmeirim (?–1893)

Poesia3 h 40 de leitura197 páginas

O começo

r." ^rçs- |5.""?'r * - ***í ' _ -w :.i PROLOGO Dit PRIIBIRA RDIÇ&O MIGO Mi&:iiH3NÇA. — AnniiDciasle n um teu folhetim da Revolução de Setembro a próxima publicação das minhas poesias. Já que foste indiscreto, tem paciência, e resigna-te às consequências legítimas da tua indiscrição. Para qoe as màs línguas não apertem conosco, sempre será bom consignar aqui de passagem, quoi faltando em consequências legítimas nem sequer me passou pela cabeça exigir de ti as /e'i-* timas consequências de amigo, que no mundo politico se traduzem em viscondados, e cá neste das let4*as, nãt menos aristocrático, em elogios bombasli* cos, que nem me competem, nem tu por certo me darás, porque a missão do…

O nosso caso é diferente • Quando annunciaste o meu livro estava ele embargado na imprensa pela maior de todas as misérias. Faltava-me um prologo, e o que mais é, a pachorra de me pôr a dar satisfações ao publico pelo mal que estava feito, e que já não tinha remédio.

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