1640, Ou, A Restauração de Portugal
Francisco Duarte de Almeida e Araujo , Francisco Joaquim da Costa Braga
O começo
«zendo-se todavia as leves alterações que vão apontadas.
í^Poslo que não seja da corapetíncia da censura lit- «teraria, direi que os autores evitaram os escolhos que «lhe diíTicultaria a passagem pela censura politica a «quem legalmente compele decidir este ponto. Quanto à «parle dramática, é o meu parecer tal qual fica exara- «do, — Lisboa 16 de Julho de 1861, A. da Silva Tui--
Como se acaba de ver aludia-se à censura politica, que está incumbida ao excelentíssimo senhor D. Carlos da Cunha. Este cavalheiro não encontrando também na obra motivo de que pudesse sombrear razão de recusa, opinou contudo prudentemente levar a comedia-drama ao conhecimento do governo, e avisado andou assim, para que não sobreviesse ordem de suspensão quando o publico já tivesse conhecimento dela por estar em cena, e se prejudicasse o teatro que necessariamente ti- Dha de fazer grandes despesas para o seu cabal deseífipenho. No conselho superior da inslrucçao publica entendeu-se conveniente mudar as cenas terceira e quarta do prologo, e as sexta e sétima do quadro quarto. Annuimosá…
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