
Os Brilhantes
O começo
\ i PUÍJu* 1576A ASTOR. Lr.NOX AND R lírf2e L AO MEU PRESADISSIMO AMIGO CO 0A <V*i ** t?
Os Brilhantes ^manhecia. Alguns tropeiros, ainda sonolentos, atravessavam as ruas estreitas da vila sertaneja caminho do campo onde pastavam as suas cavalgaduras.
A luz crepuscular, já deixava perceber as frentes brancas das casas, pouco tempo antes sumidas na pretidão da noite.
Já distintamente se via a esteira vermelha dos telhados, e sobre ela algumas andorinhas a espreitar a passagem das tanajuras, que as primeiras chuvas haviam levantado dos formigueiros.
As portas quase todas fechadas, numa monotonia de templo vazio, mais accentuavam a solidão das ruas.
Dos quintais, pequenos cercados de páo-apique, partiam rumores da lida, que começava.
8 Rodolpho Theophilo As rodas da grande machina da vida executavam os primeiros movimentos.
A turma dos aguadeiros, composta de homens, mulheres e meninos, procurava os potes e tecia as rodilhas, de saída para o rio, que cortava um dos flancos da viJla. A estrada, que ia ter à fonte, há pouco despovoada, recebia das veredas, que nela desemboccavam, os aguadeiros, cujo numero crescia a medida que o sol subia no horizonte.
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