
O Romanceiro Português, ou, Coleção dos Romances de História Portuguesa
Ignacio Pizarro de Moraes Sarmento
O começo
•^ í.
^I,- -f)
gabos lhe lem grangeado de escritores diatinctos assim nacionais como estrangeiros. ]<!»ses louvores imparciais e, ameUTêr, bem merecidos, dispensam outros quaegqoer que a amizade lhe poderia tecer, e que, como já disse, a critica poderia reputar su'eitosos.
Nada direi acerca da edição : os aenhore» Subscriptores do Homanceiro decidirão se pjrveatura cumpri ou não o que lhes pro-mettt DO Prospecto em qite a publicação de*^ tn Obra foi aonuDciada.
d/. %7. %./Wemf».
YIII
» jáqul também por certo pintariam ;
99 Ma$ faltam-lhes pincel , faltanh-lhes cores ,
» HonrQy prêmio favor que as Artes criam.»
Nenhum desses estímulos me determinou a escrever ; mas o » . . . . amor da pátria , não movido y> De prêmio vil . . . . »
e mais que tudo o desejo de fazer popular a nossa historia.
Quase virgem está ela , para o trovador , essa mina tão rica de glorias ; não as busco para mim — de que me serviriam elas / — mas quero-as para a minha pátria ; quero-as para os seus mimosos filhos tão queridos — os poetas portugueses.
A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.