
O Marechal de Ouro
O começo
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o MARECHAL DE OURO
Reservado ao Autor o direito de nova edit;ãc>
o MARECHIIL DE DURO
CONSAGRAÇÃO HISTÓRICA DA MORTE TRÁGICA DO INCLYTO
MARECHAL CARLOS MACHADO DE BITTENCOURT,
MINISTRO DA GUERRA, LIÇÃO FECUNDA DE CIVISMO,
LEALDADE *E VALOR, A 5 DE NOVEMBRO DE 1897
PELO GEXERAL REFORMADO DO EXERCITO
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Rio de Janeino
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o sangue do herói é seiva da Nação; Seu tíimulo, o berço de 7iova geração.
o INCOMPARÁVEL
Foi numa praça darmat. Soninolentos Jaziam os canhões cnflioirados, Como grandes leOPS, mudos, cnnvadon De rugir alto — em tempos de pavor. . . E por entre pyrwmides de bnlas Scintlllavam ao sol as baionetas. Ao clangor das metálicas trombetas B ao rufo retumbante do tambor.
Foi numa pmça d*armas. Sobranceiro. Imperturbável, calmo, descuidado, Assoma o Chefe da Na<;HO, — cercado Do respeito e da estima popular; O Ministro da Guerra, heroico e no>>ri' Vai ao seu lado, atento e vigilante. Tendo no peito um cora'fto gigante. Tendo um reflexo d*alma em seu olh'r.
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