Narrativas do Brasil, 1876-1880
O começo
tal Pão.
6 NO PAO daçúcar Os jornais falaram do caso, narraram as peripécias duraa luta tremenda e sanguinária contra os pernilongos e borrachudos (Nota 1.*), e a colônia britânica consojou-se com isso das derrotas da Zulandia, das sovas dos afghans, das cóleras da Irlanda e da serie de desastres que tem perseguido os ingleses há uns tempos a esta parte, desde o cetiwayo que lhes deu um dconta muito regular até o exc."^^ snr. Buarque de Macedo, que espera desbritannisar o Rio de Janeiro.
Nunca Ih 'as mãos dôam.v E creio que todas estas cousas acontecem aos ingleses pela mansidão dos seus costumes, honestidade nos negócios políticos, e probidade no desempenho da palavra para com os povos subjugados.
Não é à toa que a sabedoria das nações alcunha a Gran-Bretanha de pérfida ai.bion.
Dias depois da façanha dos ingleses, trepando ao Pão d^Assucar e dos jornais contarem os pormenores da expedição, como se se tratasse dos estudos de Ivens e Capello, das jornadas de Stanley e das explorações de Nordenskiold, sendo o caso até posto em polka por ura maestro amador da Cidade Nova, meia dúzia de rapazes brasileiros e um português quiseram também experimentar se seria dado às gentes de pé pequeno executar feitos de tanto alcance . . . e descobriram que há mais perigo era caçar um macúcu nos arredores de Petrópolis do que em subir de manhã, pela fresca, ao Pão de Assucar.
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