Livros › Abel Botelho › Jucunda: Comédia em 3 Atos

Capa de Jucunda: Comédia em 3 Atos

Jucunda: Comédia em 3 Atos

Abel Botelho (?–1917)

Teatro2 h 30 de leitura128 páginas

O começo

Convidados, Creados — Lisboa, Actualidade.

Jl^CUNDA

ATO I

Oíticina de escultor.— Um grande arco abatido, ao fundo, mascarado por um tapume, com uma porta, ao fundo esquerda, velada por um reposteiro. À esquerda alta outra porta, comunicando com a oficina dos canteiros. Mais outra pona, à direita alta, dando para um gabinete. Ainda à direita alta, uma estatua nua de mulher, em barro, sobre o cavalete; ao lado uma escada de mão. A esquerda alta um estrado. Mais, esparsos pela oficina, uma mesa, cadeiras, tamboretes, um fogão de ferro fundido, plintbos cçm esbocetos, quadros, meda- Ibóes.— É dia. Durante todo o ato ouve-se, com pequenos intervalos, o picar da pedra na oficina da esquerda.

CENA I

Fabrício e Henrique Sarmento (Direita baixa sentados.)

Fabrício Estás inganado, meu amigo. Não me importo com ela absolutamente nada.

Henrique Tem paciência; não te acredito.

IO Jucunda

Fabrício O homem! que necessidade tinha eu de estar a fingir contigo?

A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.

Mais de Abel Botelho