
História e Memórias
Academia das Ciências de Lisboa
O começo
VII O nosso dever ^ trabalhar para engrandecer os domínios do saber hunaano. Esta é a lição que nos deixaram nos fastos do nosso grêmio, os que antes de nós se assentaram n estas cadeiras. Este é o conselho que nos dá a Presidência de um Príncipe ilustrado. Este é o caminho para continuarmos a merecer a Protecção de um Rei» que tão nobremente concilia a grandeza do Throno com a Magestade da inteligência.
/ , ' / >* RELATÓRIO DOS TRABALHOS DA ACADEMIA REAL DAS SCIENCIAS DE LISBOA UM IA sissio rciucA PELO SECRETARIO GERAL INTERINO ' ' ao0é Harta láattiio c't^llio Senhores: — Eis-nos pela terceira vez, desde a reformação da Academia, solemnemaite congregados para a nossa festividade literária. Estanciemos n*este momento um pouco, e vejamos se neste ultimo per iodo da nossa vida intelectual, podemos lisongear-nos de haver correspondido aos deveres do nosso instituto, e às esperanças que o país tem direito de por nos nossos trabalhos, para que ellcs animem eficazmente o progresso das ciências e das letras nacionais* Era desde muito para lastimar no quadro do ensino publico, a ifolta de uma…
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