Livros › Virgil, Manuel Odorico Mendes › Eneida Brasileira: Ou Tradução Poética da Epopeia de Publico Virgílio Maro

Capa de Eneida Brasileira: Ou Tradução Poética da Epopeia de Publico Virgílio Maro

Eneida Brasileira: Ou Tradução Poética da Epopeia de Publico Virgílio Maro

Virgil, Manuel Odorico Mendes

Filosofia9 h 40 de leitura512 páginas

O começo

E os muros vem da sublimada Roma.

Musa , as cansas me aponta , o offensô nume, : t* Ou por que mágoa a soberana déa Gompelliu na piedade o herói famoso A lances tais passar, volver tae* casos. Pois tantas iras em. celestes peitos !

Colónia tyria no ultramar , Carthago , w

Do ítalo Tibre contraposta às fozes , Houve , possante empório , antigo , aspérrimo Narte da guerra ; ao qual , se conta , Juno Até pospoz a predileta Samos : Lá coche , armas lá teve/, e , annúa o fado , ?*

.* /

8 ENEIDA. — LIYRO I.

No orbe enthroná-la então já traça e tenta.

Porém de Teucro ouvira que a progênie ,

Dos Penos subvertendo as fortalezas,

Viria a ser, desmoronada a Libya ,

A' larga rei bellipotente povo : 30

Que assim no fuso as Parcas o fiavam.

Saturnia o teme , e a pró dos seus Achivos

Recorda as lides que excitara em Tróia ;

Nem d1 alma agravos risca, dores cruas :

No íntimo impressa a decisão de Paris , 35

A injúria da beleza em menoscabo ,

A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.