
Eneida Brasileira: Ou Tradução Poética da Epopeia de Publico Virgílio Maro
O começo
E os muros vem da sublimada Roma.
Musa , as cansas me aponta , o offensô nume, : t* Ou por que mágoa a soberana déa Gompelliu na piedade o herói famoso A lances tais passar, volver tae* casos. Pois tantas iras em. celestes peitos !
Colónia tyria no ultramar , Carthago , w
Do ítalo Tibre contraposta às fozes , Houve , possante empório , antigo , aspérrimo Narte da guerra ; ao qual , se conta , Juno Até pospoz a predileta Samos : Lá coche , armas lá teve/, e , annúa o fado , ?*
.* /
8 ENEIDA. — LIYRO I.
No orbe enthroná-la então já traça e tenta.
Porém de Teucro ouvira que a progênie ,
Dos Penos subvertendo as fortalezas,
Viria a ser, desmoronada a Libya ,
A' larga rei bellipotente povo : 30
Que assim no fuso as Parcas o fiavam.
Saturnia o teme , e a pró dos seus Achivos
Recorda as lides que excitara em Tróia ;
Nem d1 alma agravos risca, dores cruas :
No íntimo impressa a decisão de Paris , 35
A injúria da beleza em menoscabo ,
A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.