Dai-Nippon: (O Grande Japão)
O começo
VIAJANTES P0RTU6VEZES DO SÉCULO XYI B ESPECIALMENTE X DE FERNÃO MENDES PINTO QUE TÃO BEM DESCREVEU O JAPÃO DO SEU TEMPO O. *D. C.
o Qáuctor AO Dr. sebastião PERES RODRIGUES Estas paginas, que hoje lhe ofereço, pão por certo recordar-lhe a sua rápida visita a este Extremo-OiHente, no enlevo dos aspectos imprevistos ^ e, incidentemente as nasittf longas palestras e afetuosas confidencias soffregài^Sn aproveitar-se do tempo que fugia. \i àhmafuio-o assim ao meu convívio, fica comprehen- ((efidò agora a ardile\a da oferta, com a qual, de nós dois, sou eu a abarcar n*este negocio a massa dos benesses.
Macau, janeiro de i8g6.
Q&€ftccòlau be cf1loza€o.
PREFACIO NTRE es cousas que mais funda- , mente odeia, detesta, abomina I a minha alma, aliás de si pouco propensa a ódios, abominaições I e detestações, fundas ou não, ■ vinga lagar seguro o que, no calão protervo de que aí vão enxovalhando as cousas da Arte enlameadas modernidades, se chama — Impressionismo. As primarias rasões deste sentir aspérrimo são muitas. Aqui as explanara larga, profusamente, se m'o sofresse a estreiteza do tempo e a inopportunídade do logar. Mas, como as posso resumir em termos breves, sumariamente as deixo agora registadas, reservando para melhor ensejo o seu cabal desenvolvimento.
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