Comédia Evfrosina de Iorge Ferreira de Vasconcellos
Jorge Ferreira de Vasconcelos, Francisco Rodrigues Lobo, Bento José de Sousa Farinha
O começo
profeffor Régio de Filozo'ã , e Sócio da Academia Jteal das Scitnciat de Lisboa,
LISBOA
Na 0£Bc. da ACADEMIA REAL DAS SCIENC
AKNO HDCCLXXXVI-
Osm liíítiia ia Seat Mtfa Cenforia.
A DOM GASTAM COVTINHa
PROLOGO.
'Xi
yâ INDA qM todas as cousas prohibidas
ÀM obrigão a vontade a procurallas , mais
^ M que outras a que naopoem pre'o a dif-
fauldade y <b* sempre o noffo defejofè
esforça ao que lhe defendem , o que F. Aí. mo-
firoude ler efia Comedia Eufrofina , ( quando
nafua quinta doCarualhal me tratou delia ^
não tinha por fy fomente efia razão , porque
mais que todas o obrigaua a excelência dajua
linguagem y a propriedade de suas palauxfis ^ a
galantaria de j eus conceitos 3 a verdade dk'as
Jintenças , a agudeza , é'fal de suas gradas :
é)'sobre tudofer Liuro tanto emfauor da lin'ua
Portugueza j que todos os affet'oados o eram a
ele ', ^ tinbao magoa de não poderem vfar com
liberdade dafua li'ao por alguns descuidos ,
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