A Questão do Zaire: Portugal e a Escravatura
Sociedade de Geografia de Lisboa Commissão Nacional Africana, Sociedade de Geografia de Lisboa
O começo
Não é demais acentuar novamente estes pontos capitães, premeditada ou levianamente confundidos todos os dias.
1. Que nenhum litigio existe, de caráter diplomático ou internacional, em relação aos direitos, sempre reservados e reconhecidos, da so* berania portuguesa sobre aqueles territórios.
2.° Que apenas entre Portugal e a Inglaterra pende desde 1846 um questão de interpretação dos tratados feitos entre os dois estados, em 1815 e 1817 e de condições a estabelecer para a livre comunicação (intercourse) dos súbditos estrangeiros com a costa e os territórios portugueses ao norte do 8^ paralelo S.
3. Que esta mesma controvérsia sempre se referia, nas determinações territoriais em que assenta, à zona do litoral, por isso que ao norte do paralelo 8^, para o interior, o domínio português nunca foi contestado, sendo até hoje ainda, nalgumas partes efetivo, e em relação aos territórios que demoram ao norte do Zaire, se e certo que o limite a que se refere esta pendência é o paralelo 5^ 12', não è nae-nos claro que o limite da nossa soberania politica, precisará ser um; dia histórica e naturalmente retificado.
A instituição que digitalizou declara a obra fora de direito autoral (Internet Archive, possible-copyright-status: NOT_IN_COPYRIGHT). Texto obtido por OCR: pode conter erros de leitura.