
A Ordem de Cristo
O começo
Alberto Haupt.
Quando as bandeiras com a Cruz de Chnsto flutuavam ao vento sobre mares estranhos e jamais sulcados por lenhos do Occidente, o cavaleiro da Ordem sorria aos perigos, porque lá na pátria, por entre as arcarias do convento de Thomar, onde discorria o espirito do infante D. Henrique, cem companheiros o aplaudiam, e com preces fervorosas, chamavam sobre ele as bênçãos do Céo.
Brito Rbbbllo.
DUAS PALAVRAS Muito e muito se tem escrito sobre o assumpto que nos propozemos tratar nesta memoria, A Ordem de Christo, e não seremos nós que vamos agora dar largas a minuciosas e prolongadas descrições nesta matéria que daria corpo a grossos volumes.
Não vamos: primeiro, pelo apoucamento de nossas forças e segundo por não querermos avolumar esta obra com divagações mais próprias de espirito alteroso e de trabalho de mais dilatados horizontes.
Mas se lhe não podemos dar a latitude de que é digno, synthetisaremos o mais que podermos para que tudo o que respeita a tão nobre Ordem seja apontado para inteligência de quem nos ler.
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