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Capa de Almanach de Lembranças Luso-Brasileiro para

Almanach de Lembranças Luso-Brasileiro para

autoria não identificada

Crônica e ensaio5 h 30 de leitura289 páginas

O começo

F. S. T. (Rio de Janeiro) — Espinhou-se V. S.* todo comigo por eu chamar brasileiro, a pa. 341 do precedente Almanach, ao Sr. António Cyro Pinto Osório I Náo se consuma, meu querido senhor. Náo quer que seja brasileiro ? pois será português. E português é que é na verdade — ou que loi — pois me consta que já abalou cara onde tão nem recebido seria, português como brasileiro, porque lá não se faz obra senão pelo mérito do individuo. Olhe : cá aos olhos dos homens tinha-o ele bastante como poeta, mas V. S.* diz que embirra com poetas, e lá n*isso está no seu direito. O que é certo é que se eu tivesse chamado brasileiro ao Mattos Lobo ou ao Diogo Alves, não me houvera isso rendido maior…

A: A. L. (Porto).— São muito lindas as charadas figuradas que se dignou enviar-me, porém não me é dado publicaras. Entre nós ainda se não trabalha bém em madeira. Se V. S.* visse o que me fizeram com aquilo ! . . . ■ Realmente é preciso habilidade para gravar tão mal ! assim também eu o sabia fazer. Pois olhe, não foi por falta de tempo 1 Levaram-me por aquele horror três vezes mais ao que houvera custado em Paris, e saiu três vezes peór do que o fizera qualquer com uma enxó.- Paguei por honra da firma, e porhonra da mesma ná» ttmlambuzo com aqueles borrões quatro ou cinco paginas do mea livro.

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