
A Igreja e o Estado
Joaquim Saldanha Marinho (?–1895)
O começo
Liberte! pur Jlambeau âe la gloire orageuse: non je ne Vai dit aãieul Victor Hugo.
Caveat populus.
Funciona o parlamento em sessão ordinária.
Se bem que outros assuntos, também de suma gravidade, exijão a sua atenção, não é menos certo que as condições em que se acha o país, quanto às relações do Estado com a Egreja, reclamão o mais serio cuidado dos representantes da nação.
É tempo, portanto, de voltarmos à arena, onde pelejamos em prol da soberania nacional, pela sustentação dos princípios cardeais das liberdades publicas, pela dignidade do homem, e contra os planos tenebrosos de um pontificado arbitrário e inconsequente, contra a petulância do clero cego e interesseiro, que o acompanha.
« Lorsque Tautorité usurpatrice, au lieu de se confesser humaine, se pretend dhine ; lorsqu'au lieu d'i)larmer, elle rassure ; lorsqu'elle amime à ce comble de misère qu'on nommo assurance dans 1'errear, — oh ! alors il D'y a plus de remede. L'homme s'établit dans sa revolto ! »
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