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Nossos Padres Subversivos

autoria não identificada

História5 min de leitura4 páginas

O começo — Segunda condenação

No ano seguinte o novo padre travou conhecimento com o Brasil, mas apenas como turista. De volta à Europa, desenvolvia propaganda antinazista quando foi preso pela Gestapo alemã e novamente condenado à morte.

Voltou a fugir, refugiando-se no Brasil, onde passou a prestar assistência religiosa na região de Foz do Iguaçu.

Foi nessa condição que um dia, estando de passagem em Cascavel, rezava missa na capelinha local, em 1946, quando mais uma guinada se preparava para acontecer em sua vida.

“Numa das idas em busca de alimentos, Juvenildo Lorandi e o chofer Orlando Cambruzzi Thomé chegaram no momento em que acontecia uma missa. Terminada esta, foram falar com o padre, e contaram-lhe a história da sede Toledo, onde mais de cinquenta homens estavam trabalhando há quatro meses sem a visita de um padre. Combinaram buscar o padre dois dias depois” (Ondy Hélio Niederauer, Toledo no Paraná).

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