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Capa de Petrônio: Peça Livremente Extraída do Romance Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz

Petrônio: Peça Livremente Extraída do Romance Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz

Marcelino Mesquita (1856–1919)

RomanceHistóriaTeatro42 min de leitura37 páginas

O começo — PETRONIO

Dos Asclepiades já tive de me servir, o ano 3 passado… para a bexiga. Sabia que eram charlatães; mas o mundo repousa sobre o charlatanismo e a vida mesmo não é senão uma ilusão! O que é preciso é saber distinguir as boas ilusões das más. Eu mando aquecer a minha estufa com madeira de cedro, pulverisada com âmbar, porque prefiro os perfumes aos maus cheiros. Quanto a Cypris, a quem me recomendaste, devo-lhe o ter coxeado, amorosamente, dois meses; mas, enfim, é uma boa deusa a quem espero sacrificarás, em breve, as brancas pombas.

Marcelino Mesquita (autor) morreu em 1919; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1990.