Livros › Eduardo Navarro › A Toponímia Indígena Artificial no Brasil

Capa de A Toponímia Indígena Artificial no Brasil

A Toponímia Indígena Artificial no Brasil

Eduardo Navarro

Crônica e ensaio26 min de leitura23 páginas

O começo

A toponímia indígena artificial no Brasil: uma classificação dos nomes de origem tupi criados nos séculos XIX e XX / Artificial Indigenous Place Names in Brazil: a Classification of Tupi Origin Names Created in the 19th and 20th Centuries Eduardo de Almeida Navarro

Professor titular da Área de Línguas Indígenas do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

https://orcid.org/0000-0002-8001-8766

Recebido: 24 jan. 2020. Aprovado: 07 mai. 2020.

Como citar este artigo: NAVARRO, Eduardo de Almeida. A toponímia indígena artificial no Brasil: uma classificação dos nomes de origem tupi criados nos séculos XIX e XX. Revista Letras Raras. Campina Grande, v. 9, n. 2, p. 252267, jun. 2020.

RESUMO No território brasileiro encontram-se topônimos de origem indígena de mais de quinhentos anos de existência, atribuídos pelos próprios índios do passado, talvez até antes do Descobrimento do Brasil, ao lado de nomes indígenas artificiais que têm poucas décadas de existência. Tais nomes surgiram a partir da segunda metade do século XIX e sua criação tornou-se muito comum até os anos 50 do século XX. Esses topônimos artificiais são, muitas vezes, confundidos com os topônimos espontâneos de origem indígena, que são principalmente provenientes do tupi antigo e das línguas gerais dele originadas, ou seja, a língua geral meridional (ou paulista), a língua geral amazônica e o nheengatu. As…

Texto do Wikisource em português, que só hospeda obra livre: domínio público ou licença livre (CC BY-SA 3.0). A ficha aponta de volta para a página de origem, que é a atribuição que a licença pede.

Mais de Eduardo Navarro