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O Desastre de Lisboa em 1755: Poesia

Augusto de Oliveira Cardoso Fonseca (1842–?)

PoesiaHistória3 min de leitura3 páginas

O começo — I

Tornou-se escuro o céu, sol não se via; / Medonha tempestade se formava; / O solo, se gretando, estremecia / E num abismo grande se tornava! / Lisboa nunca viu tão triste dia; / Perdida toda a gente se julgava; / As casas, sacudidas, oscilavam / E pelo gran' tremor se esmoronavam!

Augusto de Oliveira Cardoso Fonseca (autor) morreu em 1917; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1988.