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Insurreição de Escravos

A Justiça

Poesia56 min de leitura49 páginas

O começo — O Preto Luiz de nação Nagô, escravo de Domingos Pereira Monteiro

S. F. ao preto Luis / p[ar]a ser castigado, com / açoutes em 8 de Abril / de 1835

Summario Escr[iv]am Felippe S. S. Baldaia

Findo e / cumprio a Sen[ten]ca

Ano do Nascimento de Nosso Se- / nhor Jesus Christo de mil / oito centos etrinta e cinco / aos três dias do mês de / Feveriro nesta cidade / da Bahia emmeu Cartorio / authou a petiçam digo / a Portaria emais papéis / que se seguem. E eu Fe / lippe SantIago Silva Bal- / daia escrivam oescrevi

O Esccrivam deste Juiso abem do Serviço Publico autue a parte junta dada pelo Inspector do 4º Quarteiran Jose Pinto Novaes e passe Precatorio dirigido a Freguesia da Conceiçaõ da Praia para ser notificado Domingos Monteiro Pereira por cabeça de seu escravo Luis de Naçaõ nagô; a fim de comparecer neste Juiso no dia de amanhã 4 do corrente as 10 horas para ver jurar testemunhas no processo, que contra ele se vai formar visto que o mesmo he indigatado de ter parte na insurreicão perpetrada nesta Cidadde no dia 25 do passado mês de Janeiro sob pena de revelia, o que cumpra. Baía e 1º Destricto do Pilar 3 de Janeiro de 1835.

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