
Camilleana
João Xavier da Mota (1850–?)
O começo
CAMILLEANA
Doão Xavier da Motta
CAMILLEANA
COLLECÇÃO das Obras de
CAMILLO CASTELLO BRANCO
RIO DE JANEIRO
Companhia Impressora, Rua Nova do Ouvidor n. 7
1891
À
MEMORIA
DE
Camillo Castello Branco
Quão doce é o louvor, e a justa gloria / Dos próprios feitos, quando são soados! / Qualquer nobre trabalha, que em memoria / Vença, ou iguale os grandes já passados.
Camões.
Esta pequena peça, mal polida, offerecemol’a aos contemporâneos para o monumento que começam a levantar à memoria do genial escritor e estylista insigne — Camillo Castello Branco — aquele que, com o seu pujante talento e vasta imaginação, produzio o maior e mais iriado foco da opulenta literatura que tem como centro as irradiantes e preciosissimas joias do imortal cantor das lusas glorias!
Rio, 10 de Março de 1891.
O Auctor
Aqui ergue-se a mente, e do cume da ideia / vê estrellejar de um Deus a face gigantêa.
Visconde de Castilho — Julio
Abençoadas lagrimas! . Drama. Lisboa 1861. 2ª edição, Lisboa 1866. 1 vol.
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