João Felpudo
O começo — Alfredo Malvado
Que horror! Para o Alfredo / Tudo isso é brinquedo, / É menos que nada!
Mas é certo que tudo isso, / Certa vez, como o feitiço, / Virou contra o feiticeiro. / Foi quando ele quis, um dia, / Bater num cão que bebia: / E o totó foi mais ligeiro.
Que boa lição bem dada / Com uma simples dentada!
Chorando na cama, / O Alfredo reclama: / — “Doutor, tenha dó! / Que gosto horroroso!”
— “Que almoço gostoso!” / Resmunga o totó!
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