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Capa de As Farpas: Crônica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1882-11/12)

As Farpas: Crônica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1882-11/12)

autoria não identificada

O começo

Ironia, verdadeira liberdade! És tu que me livras da ambição do poder, da escravidão dos partidos da veneração da rotina, do pedantismo das ciências, da admiração das grandes personagens, das mystificações da politica, do fanatismo dos reformadores, da superstição deste grande universo, e da adoração de mim mesmo.

P.J. PROUDHON

SUMMARIO

Congressos católicos e ideias clericaes—Anjos e reprobos—As influências e eclesiásticas na sociedade portuguesa—A igreja e as mulheres—Os nossos padres, padre de missões, padre daldeia e padre de sala—Os clubs e as sacristias—O jogo, a batota, o rei dos lusos e o rei de copas, a rusga, a vaca —Doutor Jardim, sábio, e Rosalia, dama ilustre—Novas aplicações da mobília à critica literária—A moderna arte portuguesa e as escamas da corvina—O jornalismo em Braga—O partido legitimista e a bandeira branca de Senna Freitas—Sampaio o Saraiva de Carvalho—A augusta princesa anjo da caridade e do bric-à-brac—Tragico fim de um gato desse anjo—Fausto e jocundo desacato de s.ex.ª o ministro da justiça por…

Ramalho Ortigão (organizador) morreu em 1915; Lei 9.610/98 art. 41 (70 anos a partir de 1º/1 do ano seguinte) ⇒ livre em 1986.